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Se você chegou até este site, é porque provavelmente teve contato com o nosso Folheto "Uma Casa Melhor", uma iniciativa para popularizar estratégias que podem contribuir com a qualidade de vida em sua moradia.

Caso ainda não tenha acesso ao material, basta clicar no link abaixo e baixar a versão PDF do folheto.

 
 
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Sou Cristina uma arquiteta que pesquisa primordialmente forma de transformar casas em moradias ainda melhores. Durante pesquisa em estágio de Pós-Doutoramento, fiz um diagnóstico da realidade de casas autoconstruídas na região do Cantinho do Céu.

Esse site é uma das formas que encontrei para divulgar parte do extenso trabalho desenvolvido durante esses anos de Pós Doc. Não apenas para mostrar um pouco mais do trabalho, mas inserir informações para que a população encontre soluções para problemas principalmente de conforto.

A pesquisa “Retrofit verde como forma de mitigar os efeitos das mudanças climáticas em assentamentos precários em áreas de mananciais de São Paulo.” Busca investigar possibilidades que viabilizem o aumento da resiliência de uma população socioeconômicamente vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas, em parte devido a precariedade de suas moradias. Entre os objetivos secundários estão:

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Conforto ambiental

é quando o usuário de sente bem no local, ou seja, o balanço entre as trocas térmicas entre corpo e ambiente são nulas, mantendo temperatura da pele e suor dentro de limites aceitáveis.

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Pesquisar elementos arquitetônicos que mitiguem os efeitos do clima nas residências precárias. Interferir para auxiliar a drenagem ou aproveitamento das águas pluviais; melhorar o conforto térmico e reduzir a energia necessária para garantir o bem-estar do morador, entre outros.


Gerar material didático para auxiliar os moradores de autoconstruções a melhorar o desempenho de suas moradias, com pequenas reformas.


Minimizar os efeitos das ocupações humanas em ecossistemas delicados como as áreas de mananciais.


 
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A pesquisa “Retrofit verde como forma de mitigar os efeitos das mudanças climáticas em assentamentos precários em áreas de mananciais de São Paulo.” Busca investigar possibilidades que viabilizem o aumento da resiliência de uma população socioeconomicamente vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas, em parte devido a precariedade de suas moradias. Entre os objetivos secundários estão:


Pesquisar elementos arquitetônicos que mitiguem os efeitos do clima nas residências precárias. Interferir para auxiliar a drenagem ou aproveitamento das águas pluviais; melhorar o conforto térmico e reduzir a energia necessária para garantir o bem-estar do morador, entre outros.


Gerar material didático para auxiliar os moradores de autoconstruções a melhorar o desempenho de suas moradias, com pequenas reformas.


Minimizar os efeitos das ocupações humanas em ecossistemas delicados como as áreas de mananciais.


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Cantinho do Céu

é como é conhecida a urbanização que abrange os loteamentos irregulares Lago Azul, Lago Dourado e Recanto dos Cisnes e Cantinho do Céu. O território passou por uma série de urbanizações parciais com implantação de infraestrutura de saneamento básico e melhorias no sistema viário e de iluminação. O loteamento Residencial dos Lagos, recebeu em 2012 nova infraestrutura urbana e área verde denominada Parque do Cantinho do Céu.

 

Infelizmente as casas não oferecem proteção adequada às intempéries, e isso pode se tornar ainda mais graves com mudanças no clima. O aumento da temperatura projetado pelo IPCC, vai levar a maiores problemas para a população que vive em casas com essas características.

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Por quê?

Altas temperaturas no interior das casas, além de comprometer o conforto e a saúde dos ocupantes, tem reflexos diretos no consumo energético, comprometendo os rendimentos dos moradores.

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O que podemos fazer?

Existem soluções mais complexas, como impermeabilização de lajes com manta, construção de telhado, alteração de vao de janela, mas existem coisas que podem ser feitas pelo próprio morador.

 
 

→ Pintura da laje com cor clara (preferivelmente fazer a impermeabilização antes).


→ Laje de vasos.


→ Forro de bambú, PVC ou outra opção que seja viável do próprio morador fazer.


→ Aquecimento solar de água (Aquecedor Solar de Baixo Custo).


→ Cisterna de superfície.


→ Forro de bambú, PVC ou outra opção que seja viável do próprio morador fazer.


→ Parede horta (jardim vertical).


→ Usar material refletor nos muros laterais para refletir luz para dentro das casas;


→ Equipamento economizadores vaso dual flux e arejadores, redutores de vazão.


→ Telhado jardim sobre telhado de fibrocimento com bidin.

 
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Cisterna

O "Movimento Cisterna Já” é uma iniciativa independente de cidadãos preocupados em aumentar a resiliência urbana diante da crise da água. Como as soluções centralizadas serão incapazes de atender toda a população no provável cenário de emergência que ocorrerá devido ao desabastecimento, essa página tem o objetivo de promover a capacitação para a captação e aproveitamento de água de chuva.


Cobertura Verde

Veja Como fazer um jardim no telhado sobre telha de fibrocimento.
Conheça os ingredientes e o processo de construção de um jardim no telhado de telhas onduladas.

APRENDA A FAZER UM TELHADO VERDE, UMA TÉCNICA REVOLUCIONÁRIA, BASTANTE SIMPLES E MUITO EFETIVA.

Após um verão extremamente quente no ano de 2012 na Comunidade do Arará (RJ), por iniciativa própria, o Careca Arts se juntou ao amigo Bruno Rezende (Bromélio) e transformaram o antigo telhado de amianto da casa onde moravam no projeto Teto Verde Favela.

O Projeto Teto Verde Favela é uma iniciativa conjunta entre a Enactus UFRJ o articulador Careca e o pesquisador Bruno Rezende (Bromélio), que trabalham, através da extensão, o diálogo e as ações entre a Universidade e a sociedade, visando o empoderamento das pessoas através do empreendedorismo social.

Assista aos vídeos!


 
 

Revestimentos

A influência das cores na absorção de calor.

Materiais que apresentam baixas absortâncias e altas emissividades são conhecidos como materiais refletivos ou frios. Esses materiais, quando usados como revestimento no envelope construtivo permitem a redução de temperaturas superficiais nos edifícios, minimizando a necessidade de energia para refrigeração em edificações artificialmente condicionadas e tornando mais confortáveis edificações não condicionadas.

Neste trabalho, tintas frias e convencionais para pintura externa de paredes e coberturas são avaliadas comparativamente através da caracterização de suas absortâncias e emissividades, assim como o desempenho térmico das mesmas a partir de medições de temperaturas superficiais. Foram selecionadas tintas frias para pintura de paredes e coberturas a partir de produtos disponíveis no mercado nacional e internacional, assim como tintas convencionais de cores correspondentes, totalizando 15 amostras.

Os resultados indicaram que tintas frias com baixa absorção no infravermelho-próximo, porém de cor e tonalidade iguais às tintas convencionais, resultam em tintas com menores absortâncias solares. As temperaturas superficiais das amostras expostas ao sol evidenciaram que a absortância solar das tintas afeta diretamente o desempenho térmico das superfícies pintadas, comprovando que quanto mais baixa é a absortância solar da superfície, menor a temperatura do envelope construtivo.

Observou-se que o grande potencial de uso das tintas frias em edificações é resultado da diminuição da absortância solar na região do infravermelho, com a possibilidade de se utilizar cores de tonalidade mais escura, porém com melhor desempenho térmico quando comparadas com tintas convencionais de cor e tonalidade semelhantes.

Clique no link abaixo e faça o download do material.

Dornelles, K., Caram, R. M., & Sichieri, E. P. (1). Absortância solar e desempenho térmico de tintas frias para uso no envelope construtivo. Paranoá: Cadernos De Arquitetura E Urbanismo, 12(12). https://doi.org/10.18830/issn.1679-0944.n12.2014.12212


Telhas que produzem energia.

Telhado Sustentável. Conheça as telhas que produzem energia solar.

Inovadoras, amigas do ambiente e esteticamente agradáveis. As telhas fotovoltaicas têm o mesmo aspecto que as tradicionais, com a diferença de integrarem mini painéis solares na parte lisa. E assim colocar os telhados a produzir energia.

No ano de 2017 a fabricante de telhas Eternit pedia recuperação judicial e se via às voltas com a proibição do uso do amianto, substância cancerígena que usava em suas telhas. Já em 2019 a empresa foi elogiada por um movimento que vai na contramão de seus problemas do passado. A Eternit apresentou na Feira Intersolar da América do Sul, maior feira sobre energia solar da região, uma telha fotovoltaica, isto é, capaz de transformar captação de luz em energia elétrica.


Forro de PVC

Veja no link abaixo um tutorial da Leroy Merlin que ensina de uma forma bastantes simples um passo a passo de como instalar um forro de PVC.

 

Contato

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As opiniões, hipóteses e conclusões ou recomendações expressas no folheto “Uma Casa Melhor” são de responsabilidade do(s) autor(es) e não necessariamente refletem a visão da FAPESP e da CAPES. Esta pesquisa foi desenvolvida com bolsa, no âmbito de convenio FAPESP/CAPES, processo nº 2017/01781-7, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

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